O maior cabeça da humanidade é admirado há mais de dois mil anos. Detalhe: nunca se drogou.
Surpreenda-se!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
A verdade sobre O sonho de consumo dos homens das redondezas!
A verdade sobre O sonho de consumo dos homens das redondezas!
Parece que resultados "rápidos" nunca são "rápidos o suficiente!"
Quando se trata de sonho de consumo dos homens das redondezas,
qualquer Irene vai dizer que nada parece ir tão rapidamente como
eles querem ou esperam. Bem, deixe-me fazer a minha parte para
ajudar a acelerar as coisas para você, dando-lhe 3 exemplos
específicos para ajudá-lo a entender o mais rápido possível
(especialmente se você estiver precisando de tempo).
Você precisa saber que Irene, moça linda e deslumbrante
não se entrega a qualquer homem só por ser bonito, ou ter
posses materiais...
Aqui está o que eu quero dizer: Josefino, galã da cidade e herdeiro
de Darci Rocha ( um dos homens mais rico do Sudeste Brasileiro,
era de público apaixonado por aquela bela mulher. Pensa ela estava
nem aí pra ele? Mas, acontecia o oposto, era apaixonada pelo caseiro
da fazenda do pai do Josefino, só que ele não queria nada com ela.
Nada contra os baixinhos, feios e barrigudos, mas biguá (como era chamado)
tinha todas essas características. Ele dizia que Irene era muita coisa pra
ele, por isso ele dava preferência às mulheres menos belas.
terça-feira, 9 de junho de 2015
O PÃO NOSSO
O pão nosso, que era de cada dia, amanheceu hoje mais
amargo e mais sovado pelos sábios da nossa finança. Abatumado
na nossa paciência secular, seu ingrediente mais sofrido ainda é
o nosso suor, que agora teremos de verter alguns centavos mais ao pé
dos balcões soberanos e insensíveis
Uma vez um poeta cantou que a gente devia subir/subir/até sentir/gosto de lua.
Sonho de poeta, e que o homem aparecia subindo em perfeição até um céu melhor.
Pois hoje o sonho está sendo realizado pelos miraculosos padeiros, que a luz
das lâmpadas amassam esse pão, cuja figura já tem alguma coisa de lunar.
Desde o centro da mesa, exige meu tributo sentimental, bem na hora em que um
fio de sol corta-o em fatias. Peço perdão ao Vietname, do Sul ou do Norte,
porque não posso abstrair a imagem enorme do pão e sofrer com sua gente cujo
arroz deve estar morrendo nos pântanos, porque as bombas não deixam tempo para
a colheita . Perdão ao Vietname, de gente que paga o miserável preço de viver
em terras cobiçadas. Mas não posso fugir ao fascínio do pão, meu confidente
matinal.
A solidariedade encurta os caminhos do mundo, eu sei, mas agora penso em mim. Sei também que a Ernestina roubou um vestido bonito, guardou na bolsa o perfume que sobrou do banho e saiu para agradar seu amiguinho. A polícia, que nada entende de amor, roubou a mágica do encontro, mas foi bem feito: assim aquele fulano aprende a gostar da Ernestina até maltrapilha. Muitas coisas aconteceram, eu sei, mas o pão está no centro da mesa como um pequeno deus, exigindo meu tributo.
Israel Costa
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